América 2010


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05/01/2010

Bolívia

Decidimos ir ao Museu Etnográfico Mineiro às 9:00 em ponto, na esperança de reencontrarmos Alexandre e companhia. Antes disso passamos no estádio Jesús Bermúdez para umas fotos e seguimos para a igreja onde fica localizado o museu.
Não nos encontramos com Alexandre (depois descobrimos que ele nem foram lá devido à falta de tempo), mas a visita ao museu valeu muito a pena. Não só por conhecer El Tio (entidade das profundezas a quem os mineiros pedem proteção), que era a principal razão da minha ida a Oruro, mas o ambiente todo é muito legal. Seria um museu como qualquer outro, com objetos antigos e muita história para contar, se não fosse um diferencial: ele está localizado em uma mina de verdade!
Terminado esse passeio, pegamos um taxi rumo ao terminal rodoviário, mas pedimos para ele parar a caminho nas duas praças principais para fazermos algumas fotos.

Pegamos o ônibus das 11:00 para Potosi. A viagem em si foi tranquila, mas ao pararmos num vilarejo, várias pessoas entraram no ônibus. Como não havia mais lugar para sentar, ficaram todos amontoados no corredor, justamente onde estávamos. O cheiro de antipatia ao banho aliado à gordura do frango que eles comiam deixou a todos de estômago embrulhado. Pelo menos essa tortura só durou 1 hora, o povo desceu num outro vilarejo à frente e o restante da viagem foi bacana.
Chegamos às 16:30 em Potosi, a cidade mais alta do mundo, e fomos direto para um hotel. Quando íamos fazer o check in, mais uma coincidência: Alexandres, Alba e Rosa tinham acabado de se hospedar lá!
Descarregamos a bagagem e fomos imediatamente conhecer o estádio do Real Potosi. Foi nesse estádio que em 2007 o Flamengo empatou heroicamente com o time local.
Amanhã continuaremos a etapa mineira de nossa viagem...


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