Equador
No próprio hotel de Riobamba fechamos o passeio até o Chimborazo, maior vulcão do Equador com 6.310 metros. O trajeto todo (aproximadamente 1 hora e meia) foi feito de taxi. Paramos algumas vezes no caminho para fotografar o Chimborazo à distância e depois seguimos até o primeiro refúgio, já no vulcão.
Neste ponto o taxi estacionou e eu e Gabriel iniciamos uma caminhada de 45 minutos. Em meio a muita neblina, andamos devagar até alcançarmos o segundo refúgio que fica na altitude de 5.000 metros. Infelizmente a neblina só aumentava e não conseguimos visualizar o topo do vulcão em nenhum momento. Como consolo, um pouco de neve para algumas fotos.
Descemos novamente ao primeiro refúgio para voltarmos a Riobamba. Antes de chegarmos ao hotel, o taxista nos levou a várias lojas de esporte para comprarmos camisas de times equatorianos para a coleção de Gabriel (agora com mais de 100 camisetas!).
Depois de pegarmos as mochilas, aproveitamos o mesmo taxista para nos levar ao terminal rodoviário - não sem antes darmos uma passada no estádio de Riobamba.
Embarcamos às 13:30 em mais um ônibus, agora para 2 horas de viagem rumo a Banõs. Baños é uma cidade quase na Amazônia equatoriana e só entrou no meu roteiro graças a uma dica do meu grande amigo Wilson (agora está longe, em São Paulo, mas espero nós o encontremos em março, quando formos ao show do Coldplay).
Baños é fantástica! Cheia de opções para os turistas, desde piscinas com águas termais, até vulcões e esportes radicais. Como chegamos no meio da tarde, resolvemos somente ir à noite nas piscinas termais para relaxarmos um pouco e deixamos a diversão para amanhã. Nos hospedamos em um hotel bacaninha, almoçamos e depois passamos numa agência de turismo para alugarmos 2 bicicletas para amanhã cedo.
Pouco depois das 18:00 fomos às Termas la Virgen, pois nos disseram no hotel que esse era o horário bom, já que trocavam a água das piscinas. E realmente estavam enchendo a piscina grande com a água vulcânica, mas o ritmo era tão lento que ficamos mais de 1 hora em uma piscina menor (dita "medicinal" e a água da piscina grande não chegou nem na metade. Desistimos e fomos lanchar pizza.
Já voltando ao hotel, um cartaz numa agência me chamou atenção: visitas noturnas ao vulcão Tungurahua. A saída era em meia hora e tínhamos que pesar o cansaso e decidir imediatamente. Resolvemos ir... Corremos até o hotel para deixarmos as coisas e voltamos à agência para embarcarmos numa chiva rumo à aventura noturna.
Definitivamente não nos arrependemos. Apesar do sono, conseguimos ver o vulcão em atividade, jorrando fogo para nossas fotos! Foi um espetáculo muito bacana que só fez aumentar meu conceito sobre Baños.
Voltamos às 23:30 e caímos no sono...