América 2010


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23/01/2010

Peru

Eu não tinha ideia de como seria o sobrevôo sobre as linhas de Nazca e, como não nos avisaram nada, tomamos café da manhã às 6:30 antes de irmos para o aeroporto. O lance é que a cada imagem das famosas linhas, o avião vira de lado, primeiro para direita, depois para esquerda, de forma que todos os passageiros vejam as figuras. Ou seja, é um vôo completamente vomitante. Quem for fazer esse passeio, NÃO COMA NADA ANTES!
Nosso avião era pequeno, para 5 pessoas (4 brasileiros e 1 canadense) e por 30 ou 40 minutos sobrevoamos as linhas mais conhecidas. O sobrevôo em si é imperdível, mas na metade do percurso eu comecei a me sentir mal e não via a hora de terminar. As últimas fotos ficaram terríveis, pois eu só apontava a câmera pela janela e torcia para capturar algo.
Não cheguei a vomitar, mas quando cheguei ao hotel tomei um remédio e dormi por 1 hora enquanto Gabriel arrumava nossas mochilas...

Às 10:00 um carro estava na porta do hotel para nos levar aos passeios que contratamos. A primeira (e mais legal) parada foi no Cemitério de Chauchilla, um cemitério da cultura Nazca repleto de tumbas, múmias e caveiras do período de 100 AC a 1300 DC. Recomendo a todos que façam esse tour.
Seguimos para os Paredões de Nazca, mas não chegamos a entrar nessas ruínas incas, pois estão muito mal conservadas. Optamos por uma pequena mudança no roteiro original e fomos até um mirador natural das linhas de Nazca e observamos as imagens de uns trapésios enquanto o guia nos explicava um pouco sobre as linhas.
Por fim, fomos ao Aqueduto, construção Nazca que servia para trazer água para a população e que até hoje é utilizado pelos moradores do local.
Às 16:30 tomamos o ônibus para Lima, chegando perto das 23:00 e nos hospedamos no mesmo hotel de 2 dias atrás.


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