Equador
6:30 da manhã chegamos num café que fica 24 horas aberto e que foi escolhido como ponto de encontro pela agência de turismo. Tomamos nosso capuccino gratuito (brinde da agência) e ficamos esperando o guia chegar.
Enquanto eu tirava foto de um pássaro negro que comia frutas na frente do café, recebemos uma excelente notícia: 2 holandesas chegaram de última hora querendo ir ao Cotopaxi, porém o jipe estava lotado. Como no nosso carro estávamos somente eu e Gabriel, o guia perguntou se nos importávamos de que elas fosse juntos ao Quilotoa. Dessa forma, elas pagariam 80 dólares que seriam devolvidos para a gente!
E foi assim, num grupo de 4 pessoas, que começamos o passeio visitando uma típica casa de um morador dos antes (tudo muito simples, sem luz, sem água e com uma criação de cuy (porquinho da índa) que ocupa 1/3 da casa. É uma realidade muito diferente da nossa, espero que esse tipo de experiência traga lições para Gabriel.
Paramos por meia hora em um mercado indígena muito legal, onde compramos algumas frutas típicas da região, como bananas avermelhadas, uma espécie de ameixa amarela e uma espécie de vagem com polpa branca e doce dentro.
E por volta de meio dia enfim chegamos no vulcão Quilotoa! Talvez essa tenha sido, juntamente com o salar, uma das imagens mais deslumbrantes de toda a viagem. Uma laguna dentro da cratera do vulcão cuja cor varia do azul ao verde numa beleza impressionante.
Descemos pela cratera até a margem da laguna tirando várias fotos e, para voltar (uma caminhada de 1 hora numa subida íngreme), Gabriel optou por utilizar uma mula.
Para encerrar um ótimo dia, depois de termos nuvens escondendo o Cotopaxi o tempo todo, estávamos quase chegando em Quito, com o sol se pondo, quando enfim o maior vulcão ativo do mundo surgiu para uma fotografia!