América 2010


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21/01/2010

Peru

Depois de uma ótima noite de sono, iniciamos nosso roteiro em Lima. Alguns dos destinos a serem visitados nós havíamos planejado desde B*****, durante a elaboração do roteiro. No entanto, muitas outras dicas nos foram dadas por taxistas, pela recepcionista do hotel e por pessoas com quem conversávamos na cidade. Resta saber se vamos conseguir fazer tudo em tão pouco tempo...
No início da manhã saímos para uma caminhada por algumas praças da cidade: Plaza San Martin, onde estávamos hospedados; Plaza de Armas, a principal da cidade, cheia de estátuas de vacas loucas; e, finalmente, Plaza Bolivar, que é onde fica localizado o congresso peruano e o Museu da Inquisição.
Este museu eu fazia questão de visitar, não só pelo lado cultural e educativo, mas também para que Gabriel conhecesse um pouco desse outro lado da santíssima igreja católica.

O museu está instalado no prédio onde ocorriam os julgamentos durante a inquisição... Mais do que os julgamentos, no subsolo do museu existe a masmorra onde as pessoas ficavam presas e a sala de torturas, com bonecos em tamanho real demonstrando as diversas formas que a criatividade católica utilizava para maltratar outros seres humanos.
O passeio no museu é rápido, coisa de meia hora (e a nossa guia era muito bonita). Terminado o show de horrores, pegamos um taxi e fomos conhecer o Estádio Nacional. Infelizemente, esse que é o principal estádio do Peru estava em reformas. Além de não conseguirmos visitar o gramado, as fotos externas não ficaram muito legais.
Embarcamos então numa van para visitar Pachacamac, principal templo inca da costa peruana. Apesar de ser um passeio interessante, depois de tudo que vimos em Cuzco, Pachacamac perde um pouco da graça.

Voltando a Lima, pedimos para a guia nos deixar no Museu San Francisco y Catacumbas. Esse museu fica em uma igreja onde moravam os padres franciscanos e, honestamente, é revoltante ver o luxo em que eles viviam em contraste à sala de torturas de hoje cedo.
Terminada etapa religiosa, chegamos ao ponto que realmente interessava: as catacumbas. No subsolo da igreja eram enterrados padres, militares e pessoas que tinham dinheiro. São milhares de ossos espalhados em tumbas por todos os cantos.
Deixamos o museu quase na hora de fechar, voltamos ao hotel para um banho e tornamos a sair, agora para um passeio noturno no Parque das Águas. Formado por 13 belíssimas e iluminadas fontes, esse parque agrada adultos e crianças. Vimos fontes que dançam com música, túnel de água no qual atravessamos por dentro sem nos molhar e também a maior fonte do mundo. Passeio imperdível que fechou com chave de ouro nosso dia!


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