América 2010


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27/12/2009

Bolívia

O trem da morte é um passeio que faz parte do roteiro da maioria dos mochileiros que visitam a Bolívia mas, honestamente, não me vejo repetindo esse trajeto. A verdade é que o passeio em si não tem muito a te oferecer: a paisagem é monónota e o trem é desconfortável.
Chegamos em Santa Cruz de la Sierra exatamente no horário previsto e pegamos um taxi que nos levou ao local de onde saem os carros para Samaipata. No caminho ainda passamos pelo Estádio Tahuichi e o taxista estacionou para Gabriel tirar uma foto.
Subimos por quase 3 horas em uma estrada cheia de trechos em obras e que transformava cada curva em uma aventura, bastava olhar para o lado e ver o precipício abaixo. Apesar disso tudo, o trajeto foi tranquilo e nos propiciou uma vista maravilhosa! Eram pouco mais de meio dia quando chegamos em Samaipata para, enfim tomarmos banho (após 48 horas de podridão).

Samaipata é uma cidade pequena e muito simpática que ficou conhecida por ter estado em certo período sob domínio dos guerrilheiros de Che Guevara. Mas nosso principal motivo dessa parada se chama El Fuerte. Tratam-se de ruínas pré-hispânicas, sobre as quais não encontrei muito material na Internet pra pesquisar. Me lembro de ter lido que essas ruínas poderiam ser até pré-incas, mas não tenho certeza. O fato é que, apesar do cansaço de dois dias de viagem, terminamos de almoçar às 15:00 e fomos de taxi até El Fuerte.
O passeio em si não é longo, em pouco mais de 1 hora é possível fazer o trajeto completo a pé. São diversas ruínas de habitações, templos e postos de vigilância, tudo a mais de 2.000 metros de altitude.
Retornamos ainda dia claro e já fechamos o passeio para os próximos 2 dias com um guia indicado pelo dono do hotel. Hoje vamos nos deitar cedo (dormir em uma cama após essas 2 noites) pois o dia começa às 7:00 amanhã.


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